20 de fevereiro de 2010

Eu, Eu mesmo e Fernando Braida

"Se eu fosse jovem fugiria desta cidade / Enterraria meu sonhos debaixo da terra"
(Beirut - "Elephant Gun")

Eu tenho o mal do século que acometia Álvares de Azevedo! Eu tenho spleen!
Não... na verdade, acho que não tenho spleen... só sou um pouco carente de atenção.
Sabe, me encanta ter um lado Ariel e Caliban. O "bem" e o "mal" (resumidamente). Todas as pessoas são um pouco assim... pra falar a verdade tudo, mas tudo mesmo é assim! Sempre há dois lados!

Hoje parei pra pensar: meu sonhos? Quais são meus sonhos?
Não sei...

Sabe, acho que tenho gostado de uma pessoa que não deve saber disso.
Aí me pergunto: Continuarei amando em segredo, ou contarei, mesmo correndo o risco de perder a amizade?
Dúvidas...

Para falar a verdade (mais uma), sei que não vou contar. E tem mais. Continuarei, sim, amando em segredo. Assim, quem sabe, um dia essa loucura da minha cabeça passa. A solução é talvez cair na boemia. Como diz um amigo de velha data: "Vou me entregar aos vícios!"

Talvez eu não me entregue aos vícios. Muito provavelmente não me entregarei e continuarei sendo carente de atenção. Não me importo. MESMO.

Gosto das poesias de Álvares de Azevedo. Para ser sincero, li bem poucas do livro "A lira de 20 anos", mas mesmo assim posso afirmar que gosto e indico. Leiam!

Ultimamente eu ando inconstante comigo mesmo. Parece até que tenho transtorno bi-polar. Mas é que talvez eu ando pensando demais antes de agir. Gostaria de ser mais impulsivo sem pensar nas consequências. Me jogar no futuro. Viver! Como diria o samba:
"Viver e não ter a vergonha de ser feliz!"
 Bem, acho que é isso que tenho por hoje. Um post com meus reais questionamentos. Espero que gostem do texto, mesmo que confuso...

Um abraço e volto um dia, talvez, com mais um texto sobre mim.

2 comentários:

  1. Amar, amar, é tão bom amar, espero que você crie coragem e diga pra essa pessoa o quanto você a ama, mas seja sincero consigo mesmo antes de tudo...também precisava ser mais impulsiva, acho que consegui colocar o que sinto pra fora, em forma de carinho, palavras doces ou não (risos), atos. Geralmente nos prendemos tanto, que acabamos sofrendo depois, por deixar o momento certo passar sem nenhuma forma de expressão.

    P.S.:A conquista é sempre um doce convite...

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